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  • Vamos Falar De: Steins;Gate

    21 de novembro de 2018

    Vamos Falar De: Steins;Gate

    Vamos Falar De: Steins;Gate

    Nunca tinha ouvido falar em Steins;Gate, até o momento em que a JBC anunciou o lançamento do mangá em terras tupiniquins, lá em 2015. Quando vi a empolgação de um amigo sobre esse lançamento resolvi dar uma lida no primeiro volume, logo que saiu nas bancas. Automaticamente após o primeiro volume lido eu já comecei a caçar o anime pra assistir quando possível.

    Saiu o volume 2, e nesse meio tempo comecei a assistir o anime também. Li o volume 2 e o que até então era apenas uma história muito boa e curiosa passou a ter contornos de choque. O efeito borboleta passou a cobrar seu preço. Não aguentei e, nesse feriado prolongado, fiz uma maratona pra assistir o anime até o episódio 25. E não me arrependi: Steins;Gate passa a figurar no meu top 3 de animes (junto com Fullmetal Alchemist Brotherhood e Hellsing Ultimate).

    A história se passa em 2010, na região de Akihabara. Okabe Rintarou (a.k.a Hououin Kyouma) é o autoproclamado mad scientist do “Laboratório de Engenhocas do Futuro” (no original Mirai Gajetto Kenkyuujo). Ele passa os dias tentando bolar coisas mirabolantes e futuristas para se tornar um grande cientista. No início ele tem junto dele mais dois labomem (ou membros de laboratório): Shiina Mayuri (ou Mayushii), uma amiga de infância de Okarin (adoro os apelidos da série!) que se tornou sua “refém” após a morte da avó da garota quase levá-la a uma depressão irreversível; e Hashida Itaru, conhecido como Daru, um “super hacka” nas palavras do líder do laboratório, sempre corrigido por Daru para hacker.

    Num evento sobre máquinas do tempo, Okabe e Mayuri vão a uma palestra do Dr. Nakabachi, onde Okarin joga na cara do palestrante que sua pesquisa é uma cópia descarada do que John Titor (um indivíduo que apareceu num fórum no ano de 2000, dizendo vir do futuro e prevendo que diversas coisas aconteceriam) disse sobre viagens no tempo. Okarin então é retirado da sala por uma garota, Makise Kurisu. Kurisu é uma cientista pesquisadora famosa que vive nos Estados Unidos, e estava de passagem pelo Japão. A partir desse encontro temos uma série de eventos onde os personagens passam a interagir numa linha paralela do tempo. Nisso outros labomem surgem, como Feyris NyanNyan, uma garota Moe que tem um Maid Café; Moeka Kiryuu, uma garota estranha que só consegue se comunicar através de mensagens de celular; Urushibara Ruka, um garoto bishounen que vive num templo e parece uma garota; e Amane Suzuha, garota que trabalha em meio período na loja de TVs de Tenouji Yuugo (a.k.a. Mr. Braun), que também é dono da casa onde fica o laboratório.

    Um pouco de comédia, um tanto de ficção científica e uma bela história fazem de Steins;Gate uma raridade no mercado de animes da última década. Particularmente ele foi uma das poucas exceções que eu abri nos últimos anos, junto com Boku no Hero Academia e One Punch Man. Mas Steins;Gate é algo além do comum, e se você leva um site como o My Anime List à sério esse anime é o 3º melhor de todos (perdendo apenas para Fullmetal Alchemist Brotherhood e Kimi no na Wa.). Uma sequência foi lançada esse ano, mas eu ainda não consegui terminar. Steins;Gate 0, assim como o primeiro, é baseado em uma visual novel de sucesso no Japão (ambas disponíveis na Steam). A história dessa sequência ocorre numa linha do tempo paralela criada em um dos episódios da primeira série, onde um episódio especial foi lançado e Okarin faz algo diferente do que é feito na série original, criando essa linha do tempo.

    Postado por Will Sparrow

    Avatar do Caos, otaku da velha guarda, brony nas horas vagas.